terça-feira, 5 de maio de 2015

DESCOBERTOS TRÊS DRAGÕES ANÕES

Um grupo de cientistas descobriu três novas espécies de lagartos anões com a forma de dragão nos Andes equatorianos e peruanos, segundo pesquisa publicada pela revista científica "Zookeys".

As espécies descobertas por cientistas do Equador, Peru e Estados Unidos os distinguem de seus parentes mais próximo em termos de tamanho, cor e DNA.

Enyalioides altotambo
Os três lagartos pertencem ao gênero Enyalioides, que são diurnos e vivem em selvas tropicais, como Chocó ou a parte ocidental da bacia amazônica, e nas florestas nubladas dos Andes.

Os cientistas classificaram a descoberta de surpreendente, já que esses lagartos estão "entre os de maior tamanho e mais coloridos" nas selvas da América do Sul.

Enyalioides sophiarothschildae
As equipes de Omar Torres-Carvajal, do Museu de Zoologia QCAZ do Equador, Pablo J. Venegas, do CORBIDI do Peru, e Kevin de Queiroz, do Instituto Smithsoniano do Museu de História Natural dos Estados Unidos, recolheram vários tipos de lagartos durante uma viagem ao Equador e Peru.

Depois, eles fizeram uma comparação com espécimes encontrados em museus de história natural de todo o mundo. Um estudo de DNA confirmou que estavam diante de três exemplares desconhecidos de lagartos. Essa descoberta eleva para 15 as espécies do gênero Enyalioides.

Enyalioides anisolepis

segunda-feira, 4 de maio de 2015

SERIA A VIDA MAIS ANTIGA QUE A PRÓPRIA TERRA?

Navegando pelo Facebook que deparei com um post muito interessante sobre a origem da vida. Seria ela mais antiga que o nosso planeta?

Cientistas recentemente usaram a biologia e computação para sugerir uma hipótese muito intrigante: teria a vida surgido primeiro que nosso planeta? Poderia ela ter se formado fora do sistema solar?
Para chegar a essa conclusão, os geneticistas Alexei Sharov e Richard Gordon usaram a chamada Lei de Moore para calcular a evolução da complexidade da vida na Terra.

Originalmente, a Lei de Moore é a teoria computacional que sugere que os computadores dobram sua capacidade de processamento a cada dois anos. Usando essa lei hoje, podemos voltar a década de 1960, quando o primeiro microship foi produzido.
No estudo, a Lei de Moore sugeriu que a vida orgânica surgiu muito antes do que o planeta Terra – muito antes até mesmo do nascimento do sistema solar, que se formou há aproximadamente 4,5 bilhões de anos (incluindo todos os planetas). Segundo os pesquisadores, a vida teria surgido há pelo menos 10 bilhões de anos, época em que o universo ainda era muito jovem.
A lei de Moore mostra que é matematicamente possível que a vida tenha antecedido a Terra, mas fisicamente a hipótese ainda é tema de debates. Os geneticistas garantem que sim, é fisicamente plausível.
Segundo eles, quando nosso sistema solar estava se formando, formas simples de vida pode ter sido trazidas para os planetas. Essa hipótese é chamada panspermia.
Vale frisar que os cálculos feitos pelos cientistas não servem como evidência de que a vida tenha surgido há tanto tempo, até porque é impossível ter certeza de que a complexidade orgânica evoluiu de forma constante durante bilhões de anos.

Eles assumem que a ideia ainda é muito vaga, e necessita de mais evidências: “Há muitos elementos hipotéticos em nosso argumento… mas para fazer uma visão mais ampla, você precisa de alguns elementos hipotéticos”, disse Sharov.
Seja como for, a hipótese ainda levanta outras ideias interessantes. Se a complexidade da vida evoluiu de forma constante, então a evolução social e científica de qualquer forma de vida em qualquer canto do universo teoricamente deve ser igual à dos humanos. Pensando por esse lado, é plausível que existam algumas civilizações avançadas até mesmo em nossa galáxia, a Via Láctea.
Apesar de que muitos cientistas duvidem da veracidade da hipótese de Sharov e Gordon, eles admitem que há uma chance de que a vida na Terra tenha sido trazida do espaço, por meio de colisões de rochas espaciais como cometas e asteroides.
Fonte: http//misteriosdomundo.org

domingo, 3 de maio de 2015

TAIPAN DO INTERIOR, A MAIS LETAL DAS SERPENTES CONHECIDAS

Não há nada como ela no mundo das serpentes, extremamente mortal, a neutralização do seu veneno é praticamente impossível, capaz de matar, com a quantidade de uma só inoculação, cerca de 100 homens, 300 ovelhas ou 250.000 ratos em poucos minutos, estamos falando da Taipan do interior (Oxyuranus microlepidotus), a serpente mais venenosa do planeta.


Também conhecida como cobra-de-barriga-amarela, ela habita a Austrália, mais precisamente no deserto de Simpson. Ela pertencem à família Elapidae, que conta com 240 espécies altamente venenosas em todo o planeta, exceto na Europa. Aqui no Brasil sua parente é a Coral Verdadeira (Micrurus corallinu), a mais venenosa do nosso país.


Em média, a taipan do interior pode chegar a 2,5 metros de comprimento. Sua cabeça possui um formato arredondado e é mais escura do que o resto do corpo. Durante o inverno, sua cor é preto brilhante. Esta tonalidade muda com a chegada do verão, tornando-se marrom escuro.


As fêmeas realizam a desova entre novembro e dezembro, numa quantidade que pode chegar a 20 ovos. O período de incubação é de cerca de 90 dias e os filhotes nascem com aproximadamente 30 cm de comprimento. Como toda serpente ela não resiste ao calor do deserto e procura se esconder durante o dia, em fendas e buracos.


O veneno da Taipan age no sistema nervoso periférico, causando parada respiratório. Também tem ação hemotóxica e nefrotóxica, podendo matar um ser humano em 45 minutos. Entre os principais sintomas em humanos, estão náuseas, vômitos, cefaléias, hemorragias, às vezes hipotensão, ou hipertensão, dor abdominal, perda da consciência, convulsões, paralisia progressiva iniciando-se na cabeça e estendendo-se ao restante do corpo, dores musculares e insuficiência renal. 


Por ser uma serpente extremamente tímida, ela evita ao máximo o contato com o ser humano, por isso o número de acidentes ofídicos são raros, porém, como qualquer serpente, se ela se sentir acuada ela irá se defender, e de uma maneira fatal para qual ser humano. 

sábado, 2 de maio de 2015

A MISTORIOSA TUMBA TALPIOT, O POSSÍVEL TÚMULO PERDIDO DE CRISTO

Segundo as narrativas que chegaram até os dias de hoje, Jesus Cristo, após morrer crucificado pelo Estado Romano, ressuscitou depois de 3 dias. Hoje em dia a maioria dos cientistas não trabalha no intuito de negar a existência de Cristo, muito pelo contrário, as buscas são frenéticas por alguma evidência física da sua passagem pela Terra. O que não é aceito pela ciência e por boa parte dos cristão é a ressuscitação, pois é fato que Cristo morreu e assim permaneceu seu corpo físico. Mas sendo assim onde estão os seus restos mortais?

Em 1980, durante escavações na região de Talpiot, em Jerusalém, operários encontraram uma tumba talhada na rocha onde se encontravam 10 ossuários, sendo que em 6 deles haviam nomes dos supostos falecidos cujos ossos ali estavam. Os nomes eram: “yeshua bar Yosef” (Jesus filho de José), “maryam” (Maria), “yosa” (apelido de José), “matya” (Matheus), e os dois que surpreenderam os arqueólogos: “yeuda bar yeshua” (Judas filho de Jesus) e “marya` ne” (Maria Madalena).


Já na época da descoberta o feito foi desmerecido por religiosos e vários cientistas. Os primeiros não aceitaram o fato de existir a possibilidade de Cristo não ter ressuscitado, além do fato dele ter tido um filho e ser casado com Maria Madalena, como os ossários sugerem. Já vários cientistas disseram que os nomes encontrados eram extremamente comuns na época, podendo ser de qualquer família. Mas cá entre nós, qual a probabilidade de todos esses nomes conhecidos do cristianismo estarem juntos e não serem da família de Cristo? Não seria uma enorme coincidência? Isso sem contar o nome de Maria Madalena, muito menos provável uma coincidência.


Agora, segundo o jornal inglês The Independent, um geólogo de Jerusalém afirma que encontrou “evidências inequívocas” de que a descoberta seria sim do fundador do Cristianismo e sua família. Aryeh Shimron diz que está realizando vários testes nos restos mortais presentes na misteriosa tumba.


Após a descoberta em 1980 uma das ossadas havia desaparecido, a que se acreditava ser de Tiago, Aryeh Shimron disse que testes geoquímicos mostram que a caixa teria sido retirada recentemente da Talpiot. Ele disse ainda ter poderosas evidências, praticamente inequívocas, de que os restos de Tiago, filho de José e irmão de Jesus tenham passado a maior parte de sua vida útil, ou o tempo de morte, na Talpiot.


Óbvio e evidente que as pesquisas se arrastarão por décadas, e mesmo que uma prova de que realmente na Tumba Talpiot foram depositados os restos mortais de Cristo e da sua família aparecesse agora, nesse exato momento, ainda demoraria séculos para que isso fosse plenamente aceito, pois a não ressuscitação de Cristo, bem com a sua possível paternidade e casamento colocariam por terra as bases do Cristianismo.
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